A chegada de um eletrodoméstico novo traz quase sempre consigo uma caixa de cartão de grandes dimensões, além de esferovite e outros materiais de proteção que rapidamente ocupam mais espaço do que o próprio aparelho que acabou de ser desembalado.
Antes de desfazer a caixa por completo, vale a pena guardá-la durante algum tempo, especialmente se o aparelho ainda estiver dentro do período em que uma eventual devolução ou troca pode ser necessária, já que a embalagem original facilita bastante este processo.
Reaproveitar antes de eliminar Passado esse período inicial, a caixa de cartão pode ainda servir para outras finalidades dentro de casa, como proteger objetos durante uma mudança, guardar roupa fora de época, ou simplesmente arrumar pequenos objetos que costumam andar espalhados por gavetas diferentes.
O esferovite, por seu lado, é mais difícil de reaproveitar diretamente, mas pode ser cortado em pedaços mais pequenos para proteger outros objetos frágeis que precisem de ser guardados ou transportados mais tarde, evitando assim comprar material de proteção novo para essas ocasiões.
Quando já não houver mais uso possível para a caixa nem para o esferovite, o melhor é seguir a indicação local sobre como encaminhar cada tipo de material, já que cartão e esferovite costumam ter destinos diferentes na maioria dos locais.
Dobrar bem a caixa antes de a guardar, em vez de a deixar montada a ocupar espaço desnecessário, facilita bastante arrumá-la num canto da despensa ou da garagem até ao momento em que volte a ser precisa para uma mudança ou para guardar outra coisa qualquer. Escrever por fora, a lápis, o que a caixa costumava conter também ajuda a lembrar mais tarde de que aparelho se trata, caso seja preciso consultar a garantia meses depois da compra original, quando já ninguém se lembra bem dos detalhes de compra do aparelho em questão.